sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Alunos em coma alcoólico levados para o hospital (c/ vídeo)

Fotos publicadas no jornal Cidade de Tomar
O jornal Cidade de Tomar desta semana destaca uma situação que acontece praticamente todos os anos durante o desfile do caloiro e da semana académica dos alunos do Instituto Politécnico de Tomar.

Alguns alunos exageram no consumo de álcool e acabam por entrar em coma alcoólico. Foi o que aconteceu no dia 15 na parte final do desfile do caloiro na Praça da República, em que teve de ser chamada a equipa do INEM para encaminhar alguns alunos para o hospital.
O jornal publica um texto do colaborador Armando Rebelo, também ele indignado com este episódio, questionando mesmo se “será necessário morrer algum aluno ou aluna do nosso Politécnico para acabar com praxes degradantes?”.

12 comentários:

  1. Fui caloira no IPT, fiz todas as praxes e fiz o batismo e nunca me aconteceu nada!! Bem pelo o contrário todos os doutores são atenciosos com os seus caloiros!!
    A culpa não é dos doutores, mas muito provavelmente dos pais que acham que os filhos são uns anjinhos e os guardam no altar, quando estão em liberdade dá nisto.
    Ninguém vai abrir a boca a ninguém para lhe por álcool pela boca a baixo.

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  2. Desde alguns anos atrás deixei de ser adepto das praxes,isto porque a maior parte delas não se enquadram na dignidade humana.A humilhação e atos selvagens não dignificam a sociedade académica assim como o exagero ao ponto de entrar em coma alcoólico é o mais baixo nivelque um humano pode descer.Até quando?

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    1. Atos selvagens!!?? Por acaso conhece as praxes praticadas em Tomar!!!??
      Não generalizem sem conhecer a realidade....

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    2. Eu por acaso andei lá, fui fortemente humilhado pelos "doutores" e fiz questão de comprar o traje para nos anos seguintes livrar o máximo de gente dos animais que por lá andavam a tratar mal a caloirada, sempre alcoolizados e cheios de raiva reprimida.

      Tradição? Deixem-me rir!

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    3. Peço desculpa,mas conheço as praxes em Tomar e mantenho a minha opinião.Não quero ofender ninguém mas na verdade o que vejo,não me agrada e possivelmente só quem gosta de humilhações é que fica contente.Lamento

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  3. Acho injusto as pessoas falarem mal das praxes quando nem sequer assistem a muitas delas. Assistem só ao batismo e pensam logo coisas. Nós alunos do IPT temos imensas praxes solidárias entre outras mas dessas ninguém fala...

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    1. Praxes solidárias podem contar com o meu apoio.

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  4. Se querem ter/dar notícias usem fotos actuais essas já têm uns tempinhos....
    "Ninguém vai abrir a boca a ninguém para lhe por álcool pela boca a baixo.'

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  5. Se me fizessem alguma praxe sem eu querer eram corridos a tiro.

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  6. Eu conheci a parte porreira mas a parte mais triste das praxes! Isso do alcool cada um sabe de si...mas alguns nao andam ai para se devertir..andam msm pa humilhar! Queria ter participado nas praxes mas desisti pk foi fortemente humilhada! Ninguem goza com a minha familia muito menos quando se trata de uma doenca! Obrigada por me terem estragada a minha vida caloira! Nao conprei traje nao partecipei em nada pk so gozavam com o facto de eu ter de ir pa casa mais cedo pk infelizmente tinha alguem a precisar de mi em casa...espero k o karma se encarregue de tratar dessas bestas k nao sabem brincar!

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    1. Peço desculpa andou no IP de Tomar?Não acredito.Já viu os erros que deu no seu comentário?

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  7. Os exageros acontecem em todos os festejos académicos, não basta estarmos aqui a lamentar e a inventar desculpas e lamentações para o que aconteceu ou poderá vir a acontecer. A grande questão é saber o que estão a fazer as entidades competentes para reduzir este tipo de situações, já que as mesmas não podem ser evitadas, e quando me refiro as entidades competentes estou a mencionar o conselho municipal de segurança (PSP, Bombeiros e entidade de saúde), assim como o IPT, as suas escolas de Gestão e Tecnologia e a associação académica.
    É urgente começar a pensar e a planear o próximo evento deste tipo com ações de sensibilização e de esclarecimento e não fingir que não se passa nada negando assim uma responsabilidade que é a segurança das pessoas a quem os pais confiaram na nossa comunidade para as acolher.

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